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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

EU VAMPIRO

Quando me deparo comigo mesmo
Paro!
Penso!
Não me vejo!
Tenho uma imortalidade
Não a posso desfrutar em frente a um espelho.
Vagando entre mundos
Deparo com meu eu
Inexistência de vida
Alimento de seus terrores
Fugindo de meus próprios pudores
Alimento a alma de um ser inóspito
Chamado “Eu Vampiro”

1 comentários:

Paul Law disse...

Um poema vapiro, muito bem escrito. Tudo tem um lado negativo, não é mesmo?

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